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Atento aos sinais – Conheça os sintomas do câncer colorretal

Em 21/06/2016 às 10:00 - Por Radioterapia Mater Dei

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer – INCA, a estimativa é de que surjam em 2016 mais de 30 mil casos de câncer colorretal, doença que acomete um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. Por isso, a Radioterapia Mater Dei se sente na missão de contribuir para a informação e prevenção deste tipo de câncer, segundo mais incidente em mulheres, perdendo apenas para o de mama e o terceiro mais frequente entre os homens, ficando atrás do câncer de próstata e de pulmão.

No câncer de cólon e roto, a maioria dos tumores têm origem em pólipos (pequenas elevações na parede do cólon e/ou do reto), que crescem lentamente, mas podem se tornar malignos com o passar dos anos. Na identificação precoce da doença, os pólipos são identificados e removidos por meio da colonoscopia antes de se tornarem malignos, aumentando as chances de recuperação do paciente.

Em seu estágio inicial, o câncer de cólon e reto pode não apresentar manifestações clínicas, por isso é muito importante ficar atento ao menor sinal de anormalidade. Qualquer mudança no trato intestinal pode indicar que algo está errado.

Sinais de alerta:

  • Alterações no hábito intestinal – diarreia ou constipação (intestino preso);
  • Sensação de que o intestino não é completamente esvaziado com vontade de evacuar mesmo após a evacuação;
  • Presença de sangue nas fezes ou fezes pastosas e de cores mais escuras que o habitual;
  • Dor abdominal tipo cólica, desconforto com gases, sensação de inchaço na barriga;
  • Perda de peso sem um motivo específico, anemia sem causa aparente;
  • Cansaço e fadiga constante;
  • Sensação de dor na região anal

O desenvolvimento do câncer colorretal é mais comum entre pessoas da terceira idade, mas um recente estudo divulgado no Congresso Internacional Digestive Disease Week, que acontece em San Diego, na Califórnia, revelou que as taxas de incidência deste tipo de câncer está crescendo entre pessoas com menos de 50 anos, nos Estados Unidos. É preciso ficar atento aos fatores de risco e, como estes sintomas também podem estar relacionados à outras doenças, a avaliação médica é indispensável para um diagnóstico preciso e o início de tratamento adequado.

O tratamento do câncer colorretal depende do tamanho e da localização do tumor. A cirurgia pode ser tratamento inicial, nos casos em que o tumor encontra-se localizado. Em seguida, a radioterapia, associada ou não à quimioterapia, é utilizada para diminuir a possibilidade de volta do tumor.

Para outras informações sobre o tema e tratamentos, acesse: www.radioterapiamaterdei.com.br. Quer saber dicas sobre saúde, tratamentos e prevenção de doenças? Acompanhe-nos pelo Facebook, Instagram e assine nosso canal no Youtube.